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A desigualdade que assola a sociedade brasileira também se reproduz no funcionalismo

Enquanto a maioria recebe pouco por elite é beneficiada com supersalários. A Constituição estabelece como teto, a remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Hoje, cerca de trinta e nove mil reais ou seleto grupo em torno de vinte cinco mil pessoas bem mais do que isso. De acordo com o Centro de liderança pública, graças à penduricalhos como auxílio paletó ou moradia.

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Levantamento feito pelo Datafolha ouviu 2.072 pessoas sobre o tema. Cerca de 25 mil servidores públicos no Brasil recebem acima do teto

Pesquisa do Datafolha mostrou que 93% das pessoas são contrárias aos “supersalários” pagos pelo governo a funcionários públicos. O teto previsto em lei para um servidor é de R$ 39,2 mil mensais.

O instituto ouviu 2.072 pessoas no levantamento, realizado entre os dias 9 e 20 de julho deste ano. O estudo, encomendado pelo Movimento Pessoas à Frente, utilizou metodologia quantitativa através de entrevistas com indivíduos maiores de 16 anos, de maneira presencial.

As mais de 2 mil pessoas responderam à pergunta: “Você é a favor ou contra que funcionários públicos que ganham R$ 39.200,00 possam receber, além do seu salário, auxílios em dinheiro?”. Do total de entrevistados, 93% disseram não concordar enquanto 6% afirmaram concordar e 1% responderam não saber.

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Funcionários com pagamentos acima do teto constitucional consomem R$ 2,6 bilhões dos cofres públicos por ano

O fim dos supersalários no funcionalismo é quase uma unanimidade entre os brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha mostra que nove em cada dez pessoas, ou 93% da população, defendem que a remuneração dos servidores não ultrapasse o teto constitucional, que hoje é de R$ 39,2 mil mensais.

O estudo foi encomendado pelo Movimento Pessoas à Frente, formado por integrantes da sociedade civil, e ouviu 2.072 pessoas entre os dias 9 e 20 de julho deste ano.

Cibele Franzese, professora da FGV EAESP e integrante do Pessoas à Frente, explica que os supersalários se concentram no Judiciário, nas carreiras jurídicas e no Legislativo.

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